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União de Freguesias de Penedono e Granja

Penedono

É vila e freguesia sede do Concelho. São antiquíssima as terras de Penedono. Por todo o lado se espalham os testemunhos de uma remota ocupação humana, cujo primórdios se escondem na névoa espessa dos milénios.

A vila de Penedono é constituída por avenidas, ruas e simples ruelas de casas de granito, assim como, pelo seu belíssimo castelo roqueiro, erigido em data bem anterior ao dealbar da Nacionalidade. Na sua base, o Pelourinho é símbolo da afirmação da autonomia municipal do concelho.

Logo aí, numa perfeita simbiose entre história e modernidade está um magnífico edifício onde nasceu recentemente a Estalagem de Penedono, pronta a bem receber todos os visitantes.

A vila de Penedono foi berço de Álvaro Gonçalves Coutinho, o célebre Magriço, eternizado por Luís de Camões, no seu poema épico – “Os Lusíadas”.

Apresenta ainda, a todos os visitantes um património histórico e arqueológico soberbo . . .

E muito mais há para dizer e para se ver, mas ao fazê-lo não deixaríamos que todos se surpreendessem aquando de uma visita.

A vila de Penedono tem dois povos anexos: Ferronha e Adobispo. Se no primeiro existe uma bela igreja e terá sido um dos povos mais importantes do concelho no século passado, no segundo existem duas Capelas do séc. XVIII: Capela da Nossa Senhora da Conceição e Capela do Senhor da Estrada.

A Destacar:

  • Menir
  • Castelo
  • Pelourinho
  • Casa dos Freixos – Solar dos Coutinhos
  • Fontanário Quinhentista
  • Antiga Cadeia de Correição e Ex Paços do Concelho
  • Fonte de Mergulho
  • Igreja Matriz de S. Pedro
  • Capela S. Salvador
  • Capela Santa Bárbara
  • Capela Santa Luzia
  • Capela do Calvário
  • Capela N. Senhora da Agonia
  • Igreja de Santa Eufêmia
  • Igreja Santa Quitéria ( Ferronha)
  • Capela da N. Senhora da Conceição (Adobispo)
  • Capela do Senhor da Estrada ( Adobispo)

Festas e romarias: S. Pedro e Santa Eufémia
Outros locais de interesse turístico: Fontanário Quinhentista e Fonte de Mergulho
Gastronomia: Pão-de-ló, cabrito assado e enchidos

Granja

Granja é uma freguesia do Concelho de Penedono. Situa-se “às portas” do Castelo de Penedono, penhasco fortificado que remonta à Idade Média.

O seu núcleo inicial deverá ter estado precisamente no Monte Airoso, um maciço à cota média dos 950 metros, rodeado por uma muralha castreja do Bronze Final. Aí se encontraram vestígios de cerâmica variada, relativamente original, vários utensílios em bronze (foice, punhais e anéis), mós dormentes e um fragmento de machado de pedra polida. Sabe-se como este “habitat” demasiado bélico e primitivo não agradou aos romanos, certamente interessados não só em instalar as suas “vilas” agrícolas em terrenos mais baixos, mais férteis e melhor controláveis, como também em explorar a riqueza mineral (ouro) que certamente exploraram nas proximidades, ali onde estão as Minas de Ouro de Santo António.

A Destacar:

Monte Airoso
Ara
Fontanário
Igreja de S. Sebastião
Capela de S. António
Capela de S. Torcato

Festas e romarias: Santo António
Outros locais de interesse turístico: Castro da Tritana
Gastronomia: Borrego estufado

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União de Freguesias de Antas e Ourozinho

Antas

Esta freguesia situa-se com um certo ar nobre nas encostas da Serra de Sirigo (apelido dum qualquer senhor germânico que por aqui ocupou terras em seu nome). Terras de ocupação castreja, cultura em que radica a origem do povoamento que D. Chama ou Flâmula Rodrigues em 960 doou ao mosteiro que sua tia materna, a célebre Mumadona criara em Guimarães e que por então, seriam certamente muito pequenos e por isso chamados de “pojadaturas”.

No perímetro da freguesia, existem dois monumentos megalíticos, de grande interesse. Situam-se em Lameira de Cima e, caso muito raro, estão à distância de apenas 10 metros um do outro.

O conhecimento destes monumentos, faz recuar o povoamento inicial para época próxima do neolítico, dos quais advém o nome de Antas.
A Destacar:

Dólmens da Lameira de Cima
Menir Maria Pais
Sepulturas e Lagariças
Estação Romana da Quinta dos Carvalhais
Igreja de S. Miguel
Capela da Senhora da Lameira
Capela de S. Silvestre
Capela de Santa Luzia
Capela da Senhora dos Carvalhais ou da Senhora da Cabeça

Festas e romarias: N. Sra. da Cabeça e N. Sra. da Aflição
Outros locais de interesse turístico: Castanheiro da Guerra e toda a área Pré-Histórica
Gastronomia: Filhós, pão-de-ló, enchidos, papas de sarrabulho e caldo de leite com abóbora

Ourozinho

A freguesia do Ourozinho situa-se na margem esquerda da ribeira da Teja.

É um povoamento muito antigo, como indica o curioso topónimo “Ourozinho”. São diversas as razões do nome, mas tudo leva a pensar que tem origem em “Euracinus”, que era o proprietário duma “villa” rústica, de origem germânica e daí que, nos finais do séc. XIII, se chamasse “Eirosíom” e, no séc. XVIII, “Ouresinho”.

Freguesia essencialmente agrícola, tem uma elevada taxa de emigração. Do ponto de vista arqueológico refira-se na freguesia a existência de uma estação do Bronze Final, sita na Quinta do Vale de Outeiro, esta atravessada por um troço de calçada da época romana.

Ourozinho tem um povo anexo: a povoação do Telhal.

A Destacar:

Cova da Moura
Calçada Romana da Quinta do Vale de Outeiro
Capela Nossa Senhora do Rosário
Igreja da Nossa Senhora da Assunção
Capela S. Tiago
Capela de S. António

Festas e romarias: Comemorações de S. Tiago e festejos em honra de Nossa Senhora da Assunção

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Souto

A freguesia do Souto, possui quatro povos: Trancosã, Risca, Mozinhos e Arcas, prováveis reminiscências de pequenos povoados ou quintas bastante antigas.

É terra muito antiga. A povoação e antiga vila de Souto, ocupando sensivelmente o centro da freguesia, ao cimo de um pequeno vale que cai no profundo do rio Torto, ao nascente, é dominada, de perto, ao sul, pelo alto monte que se chamou já Fonte de D. Clara. Esta elevação, para si própria por natureza, que a arte facilmente completaria, serviu de defesa a povos lusitanos, pelo menos, os quais aí realizaram um “ópido” ou castro.

Souto foi vila e sede de concelho, extinto em 1834, conservando ainda o seu Pelourinho, que é Monumento Nacional.

A Destacar:

  • Pelourinho
  • Cruzeiro
  • Fontanário
  • Torre do Relógio
  • Igreja Matriz
  • Capela de S. Sebastião
  • Capela da Senhora da Lapa
  • Capela do Divino Espírito Santo ( Arcas)
  • Capela de Santa Bárbara ( Mozinhos)
  • Capela da Senhora da Piedade ( Trancosã)

Festas e romarias: Senhora da Lapa

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Póvoa de Penela

Está situada a norte do concelho, em terreno de transição entre o Douro e a Beira Alta.

Foi no passado uma capelania da paróquia de Penela. Quando passou a freguesia, esteve-lhe anexa.

A vigairaria da Póvoa, chamada de Penela, era do povo no século XVI, mas a Universidade, que possuía a igreja de Penela, matriz, pagava a côngrua, e o povo procedia à eleição do pároco por votos (não conferidos às mulheres) quando vagava o lugar.

Póvoa de Penela é uma freguesia eminentemente agrícola.

Na sua parte norte cultiva-se, em grande escala, o vinho, o azeite e a amêndoa, a sul produzem-se produtos tipicamente beirões, como a batata, o centeio, o feijão, o milho e a castanha.

Esta freguesia tem como povoação anexa: Bebeses

A Destacar:

Igreja de Santa Margarida
Capela da Senhora da Piedade
Capela de Santo Aleixo
Igreja Santo Amaro (Bebeses)

Festas e romarias: Santa Margarida e Santo Aleixo
Outros locais de interesse turístico: Fragas da Capela da Senhora da Piedade e Miradouro dos Outeiros

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Penela da Beira

É sem dúvida a freguesia que mais testemunhos arqueológicos e história possui. A sua antiguidade é testemunhada pela maior necrópole megalítica do Concelho, constituída por cinco monumentos, dos quais se destaca o Dólmen da Capela da Senhora do Monte.

O antigo Concelho de Penela da Beira remonta, pelo menos, a meados do século XI, o que não é vulgar em Portugal. Nos fins do Séc. X, este território caiu em poder dos Mouros, do qual o libertou, depois de 1055 e antes de 1065, o rei leonês Fernando I, o Magno, na sua entrada pelo Cima/ Coa. Assim surgiu um dos municípios mais antigos de Portugal.

Depois da extinção do Concelho de Penela, a freguesia ficou incluída no concelho de Trevões, por sua vez extinto em 24 de Outubro de 1855. Passa a pertencer ao Concelho de Penedono, mais tarde ao de S. João da Pesqueira, para regressar ao de Penedono em 1898.

A Destacar:

Dólmen da Capela da Senhora do Monte
Dólmen do Carvalhal
Calçada Romana
Igreja de N. Senhora do Pranto
Capela de N. Senhora da Piedade
Capela de S. Sebastião
Capela de S. Tirso
Capela de S. António
Capela da Senhora do Monte
Sepultura

Festas e romarias: N. Sra. da Piedade e Senhor da Aflição
Outros locais de interesse turístico: Anta da Senhora do Monte (Monumento Nacional) Cabeço Alto, Monte do Pendão e do Reboledo, Parque Florestal da Maria Garcia, o Museu Etnográfico, Lugar de Britelo, Santo Tirso e Castedal
Gastronomia: Canja de grão de bico, borrego estufado, filhós, biscoitos, broas e bolo de azeite

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Castainço

A freguesia de Castainço era em 1527, um simples lugar pequeno com 85 moradores.

Disposta num vale, talvez para se protegerem da peste, os moradores construíram uma Igreja a S. Sebastião. Manteve-se um povoado rural do qual se dizia que produzia “centeio, trigo, milho, feijão, castanha, linho e muito gado de caça”.

A cultura do linho foi muito importante dentro das tradições rurais da freguesia. Ainda o é, para quem ainda não esqueceu a arte de bem preparar, fiar ou tecer o linho ou a lã que por cá também dela se preparavam boas mantas, colchas e tapetes.

Tradicionais, são “as alvíssaras” que se cantam na véspera da Páscoa, desde o Calvário até aos mais pequenos arruamentos, em anúncio da Ressurreição, como também as bonitas Romarias a Santa Eufémia na Segunda-feira de Páscoa. Aí não falta pão-de-ló bem característico (e que aqui chamam de bola doce), nem as cavacas de todos os monumentos festivos.

A Destacar:

Igreja de S. Sebastião
Capela Nossa Senhora
Capela de S. António
Dólmen do Sangrino

Festas e romarias: Santo António
Outros locais de interesse turístico: Piscinas e Ponte da Lavandeira
Gastronomia: Cavacas de Castainço

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Beselga

Segundo Alexandre Carvalho e Costa, a palavra “Beselga” provém do acusativo latino “Basilicam”, que significa Basílica (Costa 1967/68:42). Teríamos tido neste local um monumento religioso antigo? A não existência de vestígios arqueológicos que permitam chegar a essa conclusão, fazem-nos permanecer em dúvida.

É uma freguesia onde se respira fé e é, sem dúvida, o Divino Senhor dos Passos, quem mais contribui para isso. Desde 1850, no primeiro Domingo de Setembro, a procissão sai à rua e junta centenas de forasteiros reunidos pela festa, muitos para pedir, outros para dar graças ao Senhor.

Predominantemente agrícola, com alguma dedicação à pastorícia, a população desta freguesia desde cedo se entregou, como ocupação adicional, à utilização artesanal da junça (planta que nasce espontaneamente nalgumas serras), dando origem aos ceireiros, os quais fizeram com que a freguesia merecesse fama por todo o Portugal.

A Destacar:

Ponte Românica
Igreja Matriz de Santa Cruz
Capela de Santo António
Capela do Senhor dos Passos

Festas e romarias: Divino Senhor dos Passos
Outros locais de interesse turístico: Barragem da Dama
Gastronomia: Filhós